quinta-feira, 7 de maio de 2009

Dia das Mães-Shopping Uberaba

Foto Rita Lacerda
Shopping Uberaba aposta em crescimento de 12% nas vendas
 
Queda no IPI é um dos motivos que deixam lojistas otimistas para a data
 
Varejo aposta que a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para geladeiras, fogões e lavadoras vai alavancar as vendas para o Dia das Mães. A gerente de loja do Magazine Luiza, do Shopping Uberaba, Simone Portes, está otimista. Ela acredita que as vendas serão maiores este ano em comparação com 2008 em percentual da ordem de 12%. Além da redução nos preços dos produtos da chamada linha branca, que baixou preços em até R$ 700, a gerente observa que os lojistas têm criado alternativas para facilitar o pagamento. Entre as formas oferecidas está a venda em até dez vezes, sem juros no cartão. "Nossas vendas já aumentaram para o Dia das Mães e até as contratações voltaram a ser feitas para oferecer um atendimento ainda melhor", revela.

Em fevereiro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as vendas desse segmento recuaram 2,1% ante o mesmo mês de 2008, a primeira queda sobre ano anterior em quase seis anos.  É importante ressaltar que a validade da medida, de redução do IPI, é de três meses. O impacto da redução do IPI da linha branca somente aparecerá nos dados da Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE de maio e junho.

De qualquer maneira, as principais redes varejistas não têm do que reclamar. Desde o anúncio da redução do imposto, a procura por eletrodomésticos deslanchou. Em algumas lojas as vendas dobraram no fim de semana em comparação com o anterior. Os campeões de venda foram os refrigeradores, seguidos dos fogões e das lavadoras. Os descontos variam de R$ 100 a até R$ 700.


Simone comenta que a medida era aguardada com ansiedade pelos consumidores e provocou um crescimento de vendas considerável. Há casos em que uma geladeira era vendida por mais de
 R$ 2,4 mil e agora custa menos de R$ 1,8 mil, uma redução de 28% - ou R$ 700 - que agradou em cheio os consumidores.

 

Nos demais segmentos do mall, entre eles, lojas de roupas, calçados, perfumes, CDs, livros, e acessórios, a expectativa para o Dia das Mães também é muito positiva.  A gerente da loja Avalanche, Joselma Gomes, por exemplo, aposta em aumento das vendas em percentual acima de 10%. Ela revela que o movimento já começa a apresentar crescimento, mas que a loja está preparada para expressivo aumento de fluxo e de vendas para a véspera da data em que as mães são homenageadas.  

 

Promoção – Além das inúmeras opções de presentes nas lojas, a promoção Dia das Mães,  lançada sábado (2 de maio) pelo Shopping Uberaba, está chamando a atenção de todos que visitam o empreendimento.   Compras no valor igual ou superior a R$ 200 (duzentos reais) em  qualquer uma das lojas participantes, até o dia 10 de maio de 2009, dão direito a um "Vale Day Spa", a ser usufruído no espaço montado na Praça de Eventos do Shopping, até o dia 14. O vale dá direito a dois serviços a serem escolhidos pelo cliente. Para ter direito ao vale, o cliente deverá apresentar as notas e/ou cupons fiscais de compra gastos nas lojas do Shopping, no balcão de atendimento da promoção, localizado na área que antecede a entrada ao Coney Games. Para esta ação o Shopping Uberaba conta com a parceria Polishop, Magazine Luiza, Mitra Espaço Terapêutico, Senac Uberaba, Illuminare e O Boticário.

Novos produtos chegam ao mercado

Lácteos Calu ganham nova roupagem e reforço no sabor


Após várias pesquisas e um criterioso trabalho da equipe de produção/laticínio e marketing da Calu, os novos produtos da Cooperativa já estão no mercado.


Com uma nova roupagem, os lácteos ganharam cara nova e um reforço nos sabores. É o que garante a gerente comercial e marketing, Juliene Caixeta.


A bebida láctea Caluzinho, que antes era envasada no saquinho, agora vem em garrafinhas de 200 ml e 1 litro. "Nós optamos por esse formato para facilitar o manuseio", explica Juliene Caixeta.


As embalagens dos iogurtes também foram alteradas. Elas podem ser encontradas em garrafinhas de 180g e 600g, totalmente anatômicas e coloridas. "Elas despertam o paladar do consumidor com a apresentação das frutas, em uma embalagem moderna e atraente que valoriza muito o nosso produto", comenta Juliene Caixeta.


Os sabores também foram reforçados. "O consumidor irá perceber. Nossas bebidas lácteas estão mais concentradas, nos sabores: coco, pêssego, morango e sala de frutas. Já os iogurtes estão parcialmente desnatados, proporcionando um sabor mais suave, sem desconsiderar o gostinho original das frutas", descreve Juliene Caixeta.


Os iogurtes Calu podem ser encontrados nos sabores morango, coco, pêssego e salada de frutas. "Todos os produtos contam com uma rica tabela nutricional, ideais para os lanches diários", pontua o gerente de Operações e Logística, Cássio Vinícius Vieira.


Investimento

Para o lançamento dos novos produtos, várias ações foram necessárias. "Escolhemos entre várias formulações a mais adequada ao padrão dos nossos clientes. Além disso, investimos em máquinas e equipamentos, viabilizando a produção desta nova linha de produtos. Com isso nossa capacidade de produção aumentou em mais de 30%.", diz, Cássio Vinícius Vieira.


Érica Magalhães /MF Comunicação

Ascom Calu

quarta-feira, 6 de maio de 2009

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Tudo pronto para o maior evento de comunicação digital de Minas

Faltam poucas horas para que o maior evento de comunicação digital invada Uberlândia e leve empresários, agências, profissionais de marketing e mídia, investidores, estudantes e imprensa a um debate sobre a expansão da internet como recurso publicitário. E para discutir o real papel da rede e o uso de novas tecnologias para a comunicação digital, a Fórmula P Interactive traz o "Agora", 1° Encontro de Comunicação Digital de Minas Gerais.

Conteúdo de primeira

Amanhã, (5), das 10h às 21h, no Center Convention, em Uberlândia-MG, renomados palestrantes prometem colocar em pauta interessantes discussões sobre a mídia online, como o VP de criação da Isobar/Agência Click, Ricardo Figueira; o diretor comercial do iG, Marcelo Lobianco Group;  a Digital Marketing da LG,  Luciana Sant'anna e Carlos Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil.

Além de conferir as palestras destes renomados profissionais, os participantes do "Agora" poderão participar de uma mesa redonda com profissionais locais, regionais e nacionais para debater a comunicação online sob diferentes perspectivas e realidades. Estão confirmados para a mesa redonda: Alceu Couto, diretor da Webroom Soluções Interativas; Kenner Garcia, do portal Aguasquentes.com; Marcelo Ramos, diretor do núcleo online da Algar Mídia; Maurício Ricardo, jornalista e criador do site Charges.com; Paulo Júnior, diretor da Fórmula P Interactive; e o moderador, Vicente Tardin, jornalista e diretor do site Webinsider no portal UOL.

Em uma estrutura exclusiva, os mais de 400 participantes poderão ficar bem próximos dos ministradores, já que o palco será montado no formato de arena. Todos poderão assistir os melhores cases com resultados em comunicação digital, além de contar com a integração de todas as áreas do mercado online e vivenciar as experiências tecnológicas através de experimentações e do contato direto com produtos e serviços do mundo cibernético.

 

Confira a programação:

Manhãentrada franca

- 10h – Credenciamento

- 10h30 – Workshop "Explosão Diogital, Uma Revolução Social", com Marcelo Lobianço, do IG

 

Tarde/NoiteEntrada com passaporte

- 14h – Abertura

- 14h15 – Palestra Comunicação Interativa, com Ricardo Figueira, do Isobar

- 16h00 – Case Nacional: Resultados em Comunicação Online, com Luciana Sant'anna, da LG

- 18h30 – Mesa Redonda: O Cenário Atual da Comunicação Online na Região

*Alceu Couto, diretor da Webroom soluções interativas ;

*Kenner Garcia, do portal aguasquentes.com;

*Marcelo Ramos, Diretor do Núcleo online da Algar Mídia;

 *Maurício Ricardo, jornalista e criador do site charges.com;

 *Paulo Júnior, diretor da Fórmula P interactive;

 *Moderador: Vicente Tardin, jornalista e diretor do site Webinsider no portal UOL.

 - 20h – Palestra Google: Além da Inovação, com Félix Ximenes, do Google

Quer saber um pouco mais sobre o Agora?

Acesse www.encontrodigital.com.br, entre na comunidade do evento no Orkut (http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=85170617), confira os posts do Twitter (http://twitter.com/agoraponto), veja fotos exclusivas dos bastidores do encontro (http://www.flickr.com/photos/agoraponto) e escute as entrevistas de pessoas que falam sobre suas experiências e perspectivas para o desenvolvimento da internet como mídia digital (http://agora.encontrodigital.com/?v=53-podcast_exclusivo_agora_profissionais_da_ctbc_falam_sobre_a_importancia_do_investimento_em_comunicac).

Serviço

Agora – 1° Encontro de Comunicação Digital de Minas

Quando: dia 5 de Maio, no Center Convention em Uberlândia- MG

Inscrições: através do site www.agora.encontrodigital.com ou no quiosque do evento que está no Center Shopping, em Uberlândia e funciona diariamente das 10h às 22h. Vale lembrar que a inscrição será confirmada mediante pagamento de boleto bancário disponível após o preenchimento dos dados cadastrais. Não haverá reembolso após a confirmação da inscrição. Credencial e material para acompanhamento deverão ser retirados na recepção do evento.

Serifa Comunicação - Assessoria de Imprensa – Fórmula P


Agenda Fazu




 
 
Monica Cussi
Assessoria de Comunicação
FAZU

Triângulo Music 2009

A espera acabou. Vai começar mais uma edição do Concurso Pop Rock

Prepare seu material que a disputa será acirrada

O evento mais esperado do ano já toma forma e chega à sua 5ª edição. O Triângulo Music 2009 acontecerá nos dias 14 e 15 agosto, no Parque do Sábia, em Uberlândia. Mantendo a tradição, meses antes do evento a organização lança o Concurso Pop Rock, que este ano segue com o objetivo de revelar novos talentos. "A grande novidade para este ano é que a organização incluiu a microrregião de Juíz de Fora e será apenas uma banda a subir no palco do Triângulo Music 2009, isso para que ela tenha mais visibilidade e oportunidade de demonstrar seu trabalho", diz a diretora da Viva Marketing, Antônia Nunes, uma das organizadoras do evento.

 Inscrições

As inscrições estão previstas para começar nas próximas semanas. Por isso, as bandas interessadas que se preparem, pois este ano serão exigidos vídeos, fotos e duas composições próprias gravadas pela banda (não podendo ser música cover). "Divulgaremos as o período de inscrição e todos os detalhes da participação em breve. Comece a organizar documentos e materiais para que sua banda chegue lá", reforça a diretora da Viva Markting Antônia Nunes.

 As microrregiões

O Concurso Pop Rock cresce a cada ano e desta vez a microrregião de Juiz de Fora entra na disputa. Segundo a coordenadora do concurso, Gisela Monteiro, os integrantes da banda deverão ser todos residentes em apenas uma das cidades citadas nos grupos que formam as microrregiões. "Nos casos de bandas com integrantes de várias cidades, ficará valendo a cidade onde morar a maioria dos músicos. Vale lembrar que bandas de cidades não pertencentes às microrregiões também poderão participar do concurso, seguindo as regras do regulamento", explica Monteiro.

 Microrregião de Araxá: Abaeté, Araújos, Araxá, Arcos, Bambui, Biquinhas, Bom despacho, Campos Altos, Candeias, Capitolio, Carmo da Mata, Carmo do Cajuru, Carmópolis de Minas, Cedro do Abaeté, Cláudio, Conceição do Para, Córrego Danta, Córrego Fundo, Divinópolis, Dores do Indaiá, Doresópolis, Estrela do Indaiá, Formiga, Ibiá, Igaratinga, Iguatama, Itapecerica, Itauna, Japaraiba, Lagoa da Prata, Leandro Ferreira, Luz, Maravilhas, Martinho Campos, Matutina, Medeiros, Moema, Nova Serrana, Oliveira, Onça de Pitangui, Paineiras, Pains, Papagaios, Para de Minas, Passa Tempo, Pedra do Indaiá, Perdigão, Perdizes, Pimenta, Pitangui, Piumhi, Pompeu, Pratinha, Quartel Geral, Rio Paranaíba, Santa Rosa da Serra, Santo Antonio do Monte, São Francisco de Paula, São Gonçalo do Para, São Gotardo, São Roque de Minas, São Sebastião do Oeste, Serra do Salitre, Tapirai, Tapira, Tiros, Vargem Bonita.

 Microrregião de Juiz de Fora:

Além Paraíba, Alfredo Vasconcelos, Alto Rio Doce, Andrelândia, Antonio Carlos, Antonio Prado de Minas, Aracitaba, Arantina, Argirita, Astolfo Dutra, Barbacena, Barroso, Belmiro Braga, Bias Fortes, Bicas, Bom Jardim de Minas, Bras Pires, Caiana, Cajuri, Capela Nova, Carandai, Carangola, Cataguases, Chácara, Chiador, Cipotanea, Coimbra, Coronel Pacheco, Descoberto, Desterro do Melo, Divinesia, Divino, Dona, Eusébia, Dores de Campos, Dores do Turvo, Ervalia, Espera Feliz, Estrela Dalva, Eugenopolis, Ewbank da Câmara, Faria Lemos, Fervedouro, Goiana, Guarani, Guarara, Guidoval, Guiricema, Ibertioga, Itamarati de Minas, Juiz de Fora, Laranjal, Leopoldina, Lima Duarte, Mar de Espanha, Maripa de Minas, Matias Barbosa, Mercês, Miradouro, Mirai, Muriae, Olaria, Oliveira Fortes, Paiva, Palma, Paula Candido, Pedro Teixeira, Pequeri, Piau, Pirapetinga, Pirauba, Recreio, Ressaquinha, Rio Novo, Rio Pomba, Rio Preto, Rochedo de Minas, Rodeiro, Santa Barbara do Monte Verde, Santa Barbara do Tugúrio, Santa Cruz de Minas, Santa Rita de Ibitipoca, Santana de Cataguases, Santana do Deserto, Santana do Garambeu, Santo Antonio do Aventureiro, Santos Dumont, São Francisco do Gloria, São Geraldo, São João Del Rei, São João, Nepomuceno, São Sebastião da Vargem Alegre, Senador Cortes, Senador Firmino, Senhora de Oliveira, Senhora dos Remédios, Silveirania, Simão Pereira, Tabuleiro, Tocantins, Tombos, Ubá, Viçosa, Vieiras, Visconde do Rio Branco, Volta Grande.

 Microrregião de Uberaba:

Água Comprida, Araporã, Cachoeira Dourada, Campina Verde, Campo Florido, Canápolis, Capinópolis, Carneirinho, Centralina, Conceição das Alagoas, Conquista, Delta, Fronteira, Frutal, Guarinhatã, Ipiacu, Itapagipe, Ituiutaba, Iturama, Limeira do Oeste, Pirajuba, Planura, Sacramento, Santa Vitória, São Francisco de Sales, Uberaba, União de Minas, Veríssimo.

 Microrregião de Uberlândia:

Abadia dos Dourados, Araguari, Brasilândia de Minas, Carmo do Paranaíba, Cascalho Rico, Coromandel, Cruzeiro Da Fortaleza, Douradoquara, Estrela do Sul, Grupiara, Guarda-Mor, Guimarania, Indianópolis, Irai de Minas, João Pinheiro, Lagamar, Lagoa Formosa, Lagoa Grande, Monte Alegre De Minas, Monte Carmelo, Nova Ponte, Paracatu, Patos De Minas, Patrocínio, Pedrinópolis, Prata, Presidente Olegário, Romaria, Santa Juliana, Tupaciguara, Uberlândia, Varjão de Minas, Vazante.

Serifa Comunicação - Assessoria de Imprensa – Triângulo Music 2009

Fazu e Expozebu: parceria para a sustentabilidade


A sustentabilidade na pecuária é um dos principais assuntos discutidos este ano na 75ª Expozebu. E a Fazu (Faculdades Associadas de Uberaba), em parceria com a ABCZ, está engajada com vários projetos durante a feira. Um deles, é realizado por alunos e  professores do curso de Zootecnia, que fazem a reciclagem da cama de quatro pavilhões.  

De acordo com a professora Renata Soares Serafim, o material que chega na Fazu passa pelo processo de compostagem e é transformado em adubo orgânico para aproveitamento na fazenda-escola.

Sob a supervisão dos professores, os alunos também fazem análise química, que identifica o potencial do material utilizado, podendo assim, agregar valor ao resíduo. Os dados coletados durante o processo serão usados em estudos desenvolvidos pelos acadêmicos.

A professora Renata afirma que a manutenção e a prática da sustentabilidade minimizam o impacto ambiental e agregam valor ao produto. "O que iria jogar fora, vai ser aproveitado de alguma forma", diz.

Na opinião dela, a proposta é de conscientização dos universitários e o aprendizado voltado para a sustentabilidade do planeta.
 

Monica Cussi
Assessoria de Comunicação
FAZU 

Como inovar nos pequenos negócios

Sebrae promove workshop em Uberaba e Uberlândia

Fornecer produtos e serviços inovadores é um desafio para micro e pequenas empresas (MPEs). Dados da pesquisa GEM/2009* apontam que apenas 3,3% dos empreendedores no Brasil acreditam que seus produtos oferecem novidades. Para incentivar a inovação nas MPEs, o SEBRAE-MG vai promover em Uberaba (14/5) e Uberlândia (15/5) o workshop gratuito Como a pequena empresa pode lucrar com a inovação. Informações: 0800-570-0800 ou www.sebraemg.com.br

No workshop serão apresentadas palestras, casos de sucesso e depoimentos de empresários. O evento é voltado para gestores e proprietários de empresas de qualquer setor econômico (indústria, agronegócio, comércio e serviços).

Para o gerente do SEBRAE-MG, Anízio Dutra Vianna, "a inovação é uma forma de se diferenciar no mercado. Ela pode ser feita em produtos, serviços, processos, marketing e na gestão", afirma.

Na palestra da consultora do Sebrae e da Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei), Silvana Camargos, os participantes conhecerão os conceitos que envolvem o processo de inovação, práticas de gestão inovadoras e as principais instituições de apoio e fomento tecnológico.

* A pesquisa GEM - Global Entrepreneurship Monitor mede as taxas de empreendedorismo mundial.

Assessoria de Imprensa SEBRAE-MG

Estamos fora do ar

Desde hoje às 9 horas da manhã a Locaweb está fora do ar e por extensão sabe-se lá quantas centenas de sites também.

Dentre estes, os nossos e não podemos fazer absolutamente nada.

Portanto, estamos saindo de lá porque a turbulência vem desde o começo do ano e só tem piorado.

Pelo menos por hoje e amanhã só vamos fazer postagens nos blogs.

Pedimos desculpas aos nossos leitores.

Equipe do Farol Comunitário

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Uberlândia/MG BRASIL

domingo, 3 de maio de 2009

Abertura da 75ª ExpoZebu - Uberaba

Entrevista do governador em exercício Antonio Anastasia

Evento: Abertura da 75ª ExpoZebu

Local: Uberaba-MG

Data: 03-05-09

Assuntos: Legislação ambiental e ExpoZebu


Como o senhor avalia essa questão do meio ambiente, tão atual hoje?

De fato, a questão ambiental tem sido o núcleo duro, digamos assim, desta carta de Uberaba, e da reunião que aconteceu, ontem aqui, da Comissão de Agricultura do Senado que eu tive a honra de participar. Trata-se de uma matéria, em primeiro momento, de nível federal, que dependerá de uma legislação federal e de uma interpretação de devolver aos estados federados competência para legislar sobre matéria ambiental. E é claro que vivemos em um país continental, temos diferenças. A legislação deve se acostumar com estas diferenças entre o Sul, Norte, Centro-Oeste e Amazônia Legal. Então, essas diferenças é que serão objetos de legislação estadual. Claro, sempre procurando o primeiro objetivo, preservar o meio ambiente, o que é fundamental para a preservação das futuras gerações, mas ao mesmo tempo permitindo um desenvolvimento sustentável da atividade do agronegócio. Acho que é perfeitamente saudável e possível essa conciliação e cada estado federado saberá, com a sua autonomia, com autoridade do seu poder legislativo, eventualmente, apontar quais os caminhos necessários de acordo com as suas características e peculiaridades.


O Estado de Santa Catarina lançou uma legislação paralela para se defender dos efeitos nocivos do decreto 6514. Minas não pensa em dar um passo nesse sentido?

A medida legislativa de Santa Catarina está sendo já discutida e certamente deverá ser um objeto de uma interpretação por parte do Supremo Tribunal Federal ou motivará uma modificação legislativa no Congresso Nacional. Eu acredito que Minas Gerais e os outros estados da federação deverão aguardar esse pronunciamento que deverá ser coisa de poucos meses para então termos uma definição clara. O que eu pude notar ontem nessa reunião aqui da Comissão do Congresso Nacional é que há uma vontade muito forte dos senhores parlamentares dar um passo adiante. E não aguardar, inclusive, pronunciamentos judiciais, cumprindo aliás, o papel que é do Congresso de legislar de maneira clara, de maneira cristalina, para permitir aos estados, dentro das suas autonomias, das suas responsabilidades, eu volto sempre a dizer, procurando sempre o equilíbrio, entre dois valores tão importantes que é o fomento ao agronegócio, mas ao mesmo tempo a preservação ambiental, o caminho adequado.


O que significa esta exposição para o Brasil?

Esta exposição é um patrimônio que temos em Minas Gerais e no Brasil. Nós temos aqui altíssima qualidade do nosso rebanho. Nós temos o reconhecimento internacional. Um evento que já comemora 75 anos e, por isso só já demonstra um grande êxito. E aqui temos expositores, associados e produtores da ABCZ de todo o Brasil e mesmo os estrangeiros que trazem aqui o seu gado. E nós observamos de modo muito feliz que, a despeito da crise internacional, os valores que estão aqui sendo comercializados estão bons, ou seja, demonstra que na área rural a crise não está atingindo tanto assim, o que é muito positivo. Temos outros problemas que foram aqui discutidos, especialmente no que se refere à legislação ambiental, mas o mais importante é que se trata de uma belíssima festa, de um evento para congregar e estimular a produção do agronegócio em nosso país. Minas Gerais se sente muito honrada em hospedar aqui em Uberaba, já há 75 anos, esse evento que é uma glória para nós mineiros e para todos os brasileiros.


Agência Minas


Leia também:

Anastasia destaca crescimento do agronegócio mineiro durante ExpoZebu

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Ministro inaugura Casa Ouro Fino

A placa de inauguração da Casa Ouro Fino, no interior do Parque Fernando Costa, será descerrada pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, imediatamente após a abertura oficial da 75ª ExpoZebu, neste domingo, dia 3 de maio, às 10h. A informação é do presidente da Ouro Fino Agronegócios e presidente-executivo do grupo, Jardel Massari. A Casa Ouro Fino é um espaço com estrutura fixa, que será o ponto de encontro para receber criadores, expositores, técnicos, parceiros e convidados de todo o Brasil.

A placa traz o nome de Reinhold Stephanes em homenagem ao trabalho que ele desenvolve no comando do Mapa e à sua conceituada trajetória no segmento de agronegócios.

Com pouco mais de 21 anos de mercado, o Grupo Ouro Fino transformou-se em sinônimo de soluções para saúde animal. O grupo prepara inauguração de fábrica de vacina contra febre aftosa, em Cravinhos (SP), e a Ouro Fino Química (fábrica de herbicida e inseticida), em Uberaba.

História

A Ouro Fino Agronegócios, 100% brasileira, atua desde 1987, quando iniciou suas atividades na produção e na comercialização de produtos farmacêuticos para a saúde animal. Possui uma das maiores e mais modernas fábricas da América Latina, com área total de 125 mil metros quadrados, localizada em Cravinhos/SP.
A Ouro Fino construiu ao longo de seus 21 anos uma história de respeito e credibilidade. Possui uma marca forte e reputação consolidada nos mercados nacional e internacional, principalmente nas Américas. Hoje é um dos principais exportadores do setor, com negócios em mais de 30 países.
Alguns fatores comprovam esse posicionamento no mercado. A Ouro Fino Saúde Animal, principal unidade de negócios da empresa, ocupa o sétimo lugar no ranking entre as maiores empresas de saúde animal do Brasil, dividindo a liderança com multinacionais. A Ouro Fino Agronegócio cresce cerca de 25% ao ano, uma média muito acima do setor, que tem crescimento médio de 7%. Atualmente, conta com mais de 12 mil clientes ativos.
Em 2007, a BNDS Participações S.A. - BNDS Par, subsidiária do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDS, adquiriu 20% de participação societária da Ouro Fino Agronegócio.

Mais detalhes sobre o grupo em reportagem publicada pela revista Época Negócios


A ciência que vem do campo

Empresa 100% nacional, a Ouro Fino Agronegócios apostou na inovação para ganhar espaço no disputado mercado de medicamentos veterinários. Deu certo. Hoje, além de vender para todo o Brasil, a empresa exporta para 30 países e produz até vermífugo para camelo

por Camila Hessel, de Cravinhos, SP
fotos Andre de Toledo Sader

Fábrica da Ouro Fino,
em Cravinhos,
no interior de São Paulo
O visitante que entrar pelos longos corredores envidraçados e futuristas de um laboratório onde técnicos com roupas hospitala-res e óculos de proteção caminham vagarosamente, como em uma estação espacial, pode, por instantes, esquecer que está no interior de São Paulo, numa área verde de 125 mil metros quadrados. A temperatura, controlada por enormes filtros de ar, não lembra em nada as abafadas manhãs da região. Para entrar numa das salas de produção, um funcionário digita sua se-nha diante de uma pesada porta de alumínio e ganha o acesso. Ali, uma grande cuba prateada mistura reagentes químicos para produzir um medicamento veterinário. Trata-se de um reator. Seu operador recebe instruções numa tela de cristal líquido e cada um de seus movimentos é monitorado numa central de operações, onde trabalham dois engenheiros. A sofisticação tecnológica das instalações é apenas uma amostra de como atua a Ouro Fino Agronegócio, uma empresa 100% nacional que apostou na inovação para disputar um mercado promissor, mas bastante disputado.

No início, um galpão alugado
e capital de R$ 40 mil.
Hoje, a Ouro Fino vende para 30 países
Instalada em Cravinhos, nas proximidades de Ribeirão Preto, a 320 quilômetros de São Paulo, a fábrica da Ouro Fino, onde foram investidos R$ 130 milhões, faz medicamentos e produtos destinados ao cuidado de bois, cavalos, cabras, ovelhas, porcos, aves e animais de estimação. Eles são vendidos em todo o Brasil e exportados para outros 30 países da África, Amé-rica Latina, Ásia e Oriente Médio. Em 2007, geraram um faturamento de R$ 176,9 milhões, valor que pode chegar a R$ 220 milhões no final deste ano.

Quem caminha hoje por suas instalações não imagina que a Ouro Fino Agronegócio começou suas atividades num galpão alugado de 300 metros quadrados, há 21 anos. Seus fundadores, os amigos de infância Norival Bonamichi e Jardel Massari, investiram, em 1987, o equivalente a R$ 40 mil para transformar o sonho do negócio próprio numa empresa que hoje emprega 630 pessoas. A primeira empreitada dos dois amigos foi uma representação de produtos veterinários, criada em 1985. "Vimos que essa história de representar algumas empresas na região poderia triplicar nossa renda com as comissões de vendas, e assim fizemos", afirma Norival, o mais falante da dupla. Até então, ele e Jardel eram vendedores de ração para animais de grande porte da empresa Socil Rações.

Extrovertido, Norival, de 52 anos, tem o sotaque característico do interior de São Paulo. Jardel, o sócio, de 51, fala pou-co e quando o faz é para zelar pela precisão das informações. É ele quem tem na ponta da língua os números da empresa. Quando Norival o provoca com seu jeito brincalhão, Jardel ri baixinho. "Somos mesmo diferentes. Um é baixo e o outro é alto. Um anda a 140 e o outro a 80", diz Norival. Nascidos em Inconfidentes, então um distrito da cidade mineira de Ouro Fino, eles estudaram juntos desde o ginásio. Cursaram o ensino médio na escola técnica agrícola de Muzambinho (MG), trabalharam em empresas diferentes nos dois primeiros anos após a formatura, mas logo voltaram a se encontrar na Socil, quando se muda-ram para a região de Ribeirão Preto. Ficaram na empresa cinco anos. O instinto empreendedor fez com que investissem a renda extra obtida com a empresa de representação, que abriram ao sair da Socil, num novo modelo de comercialização, onde a possibilidade de lucro era maior. Norival e Jardel compravam produtos veterinários diretamente do fabricante e os revendiam. Os ganhos cresceram e surgiu a idéia de ter a própria indústria. "Fabricar era o próximo passo", diz Norival. Eles começaram, então, a fazer medicamentos simples, que exigiam menor investimento e, à medida que o faturamento foi cres-cendo, sofisticaram a linha de produtos, ingressando em segmentos onde as margens são maiores.

Norival Bonamichi, 52 anos,
presidente do conselho
e Jardel Massari, 51 anos,
presidente-executivo,
Amigos de infância,
cursaram o colégio agrícola
da cidade onde nasceram,
Inconfidentes(MG)
Norival e Jardel estiveram sempre à frente dos esforços comerciais, de relacionamento com clientes e do planejamento de novos negócios. Contrataram farmacêuticos, veterinários e profissionais especializados para cuidar da produção e do de-senvolvimento de novas fórmulas e drogas. "Depois que começamos a fabricar nossos produtos, os ganhos aumentaram 1.000%", afirma Norival. "Aí continuamos investindo o lucro, contratando pessoas, adquirindo equipamentos e tecnologia para crescer mais."

Os amigos nunca mais deixaram de pensar grande. Além de dedicar 5% do faturamento a investimentos no desenvol-vimento de novos produtos, a Ouro Fino firmou parcerias com universidades e institutos de pesquisa. Imitando práticas das empresas mais avançadas do mundo, passaram a financiar diversos projetos de pesquisa. Um deles tem tudo para fazer his-tória. Trata-se da primeira vacina a ser totalmente desenvolvida no Brasil. Fruto de uma parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o projeto tem significado especial para a médica Miriam Tendler, de 59 anos. Pesquisadora sênior da Fiocruz, ela busca uma vacina para a esquistossomose desde a década de 70. No terceiro ano do curso de medicina, Miriam foi esta-giar num grupo de testes de medicamentos contra a segunda maior endemia parasitária do mundo depois da malária, que faz 200 milhões de vítimas todos os anos. O verme da esquistossomose também é o causador de outra doença, a fasciolose, que atinge mais da metade dos rebanhos mundiais, provocando perdas de US$ 3 bilhões por ano. As vacinas contra esses dois males estão em fase final de aprovação pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A vacina de uso veterinário deve chegar ao mercado primeiro, graças à parceria com a Ouro Fino.

Linhas de produção
de remédios veterinários
O papel da empresa agora é liderar o processo de obtenção das patentes e dos registros que autorizam a comerciali-zação da vacina em diferentes países. "Essa parceria mostra um envolvimento inédito do setor industrial no país", diz Miriam. O projeto é emblemático não só por seu ineditismo mas também pelo potencial de mercado. Até a descoberta da vacina, a doença era tratada com drogas que deixam resíduos químicos na carne, no leite e na carcaça dos animais, o que acaba por poluir o solo e os lençóis freáticos. Preocupada com esses impactos, a União Européia proibiu a utilização desses medicamen-tos nos animais destinados ao consumo humano, criando uma forte demanda pela vacina.

Outro exemplo de parceria bem-sucedida com o meio acadêmico teve início há quase dez anos. Em 1998, Alvimar Jo-sé da Costa, professor titular de parasitologia da Faculdade de Veterinária da Unesp, em Jaboticabal (SP), fundou o Centro de Pesquisas em Sanidade Animal (CPPar) para estudar novos produtos e formulações de medicamentos antiparasitários. Embo-ra contasse com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), o CPPar precisava captar recursos na iniciativa privada para dar início às suas atividades, e a Ouro Fino foi a primeira empresa a investir. Grandes mul-tinacionais do setor, como Pfizer Saúde Animal, Bayer e Intervet Schering-Plough, também dão apoio financeiro ao CPPar. Mas Costa diz que a Ouro Fino é a única companhia de capital nacional a patrocinar o centro de pesquisas de maneira contí-nua e não apenas em projetos pontuais.

Executivas à beira de lago
na sede da empresa,
onde funcionários pescam
na hora de almoço
Juntos, Ouro Fino e CPPar desenvolveram dois produtos importantes para a participação de mercado da empresa: o Master e o Colosso, destinados ao tratamento de parasitas internos e externos de bovinos, suínos e aves. "A idéia dos produ-tos partiu da Ouro Fino e nós fizemos todos os testes, avaliando a eficácia dos medicamentos e auxiliando no desenho das formulações finais", afirma Costa. No total, a Ouro Fino mantém 20 convênios com universidades e institutos de pesquisa no Brasil. São mais de 100 projetos de investigação de novas drogas e fórmulas, em diferentes estágios de desenvolvimento. São lançados a cada ano dez novos produtos, em média, que ajudaram a empresa a obter um crescimento médio anual de 25%.

Em processo de internacionalização há dez anos, a Ouro Fino exporta medicamentos e produtos veterinários para 30 países. A única filial no exterior foi montada no México. Nos outros países, a empresa atua com representantes comerciais. São 42 brasileiros no exterior, para onde também são estendidas as iniciativas de inovação. Em 2002, por exemplo, a Ouro Fino criou o primeiro vermífugo para camelos e dromedários do mundo. A oportunidade de negócio foi identificada por um profissional de vendas que atuava no Oriente Médio. Numa conversa com um pastor de dromedários da Mauritânia, ele des-cobriu que não existiam produtos específicos para esses animais, responsáveis pela produção do leite que é a base da ali-mentação dos povos nômades em regiões desérticas. Determinados a atender a uma demanda que os grandes laboratórios internacionais consideravam pequena demais para justificar investimentos, os pesquisadores da Ouro Fino se dedicaram a desenvolver a nova droga, testada e comercializada exclusivamente nos países do Oriente Médio. Hoje, ela já responde por 15% do faturamento no exterior.

Linhas de produção
de remédios veterinários
O nascimento de novas drogas percorre um longo caminho. Uma necessidade de mercado é mapeada e levada ao la-boratório, adjacente à fábrica. Lá trabalham cerca de 80 profissionais, entre farmacêuticos, bioquímicos e engenheiros, dividi-dos em equipes dedicadas a cada uma das diferentes espécies animais. Os prazos de desenvolvimento são longos. Da pran-cheta à prateleira, um produto leva, em média, quatro anos para ser desenvolvido. Só o processo de registro consome no mínimo 12 meses. Mas, antes disso, a equipe percorre um trajeto que começa com uma pesquisa bibliográfica, segue por estudos aprofundados dos componentes, pesquisas de embalagens e formulação, desenvolvimento em laboratório e depois sua transposição para escala industrial, testes clínicos em animais, fabricação de lotes piloto e elaboração de dossiês. Só então é feita a entrada do pedido de registro no Ministério da Agricultura, que autoriza a comercialização.

É a prioridade dada à inovação e ao desenvolvimento de novos produtos que diferencia a Ouro Fino de suas concorren-tes nacionais e lhe garante uma participação de 7% num mercado altamente pulverizado, em que a líder – a franco-americana Merial – detém uma fatia de apenas 11%. Historicamente, as multinacionais dominaram esse mercado e as empresas brasilei-ras se contentaram em abocanhar pequenas parcelas de segmentos isolados. O investimento em pesquisa era muito pequeno e a estratégia básica adotada pelas nacionais era brigar por preços.

Laboratório de criação de produtos
"As empresas brasileiras gastam menos em pesquisa e desenvolvimento e, em geral, copiam formulações das multina-cionais. Mas nem todas agem assim. A Ouro Fino olha para o mercado regional, tem tecnologia, quer crescer, procura novos mercados. Ela faz parte de um grupo de empresas nacionais – que reúne, ainda, a Biovet e a Vallée – que está no caminho certo, pois busca lugar num jogo mais globalizado", afirma o concorrente Alfredo Ihde, presidente da líder Merial, empresa resultante da fusão entre a americana Merck e a francesa Sanofi-Aventis. O peso das multinacionais nesse mercado tende a diminuir. "As empresas nacionais viraram jogadores importantes graças às melhorias tecnológicas que fizeram", diz Ihde. A virada também foi estimulada pelo Ministério da Agricultura, que nos últimos três anos vem endurecendo as exigências para a concessão de registro aos medicamentos veterinários. "Agora, o jogo ficou sério", diz Ihde.

Nelore de elite
para melhoramento
genétco
A revisão nos processos de registro beneficiou duplamente a Ouro Fino. Antecipando-se às novas medidas e mirando o mercado externo, a empresa construiu, em 2004, a fábrica de Cravinhos seguindo o padrão de exigência internacional. Assim, ela não precisou fazer investimentos adicionais para enquadrar sua planta e ainda passou a prestar serviços para as principais concorrentes, pegas de surpresa com as novas exigências. Mas outros fatores também ajudam a explicar o crescimento ace-lerado da Ouro Fino. Um deles é sua localização, numa região rodeada por universidades de excelência que formam, todos os anos, centenas de profissionais bem preparados. "Essa região é farturenta em termos de mão-de-obra qualificada", diz Nori-val, com suas expressões típicas do interior paulista. Para reter esses talentos, a Ouro Fino implementou políticas avançadas de RH. O crescimento na carreira é acelerado, conseqüência da filosofia de privilegiar os talentos internos. Os executivos são incentivados a desenvolver sucessores para alimentar o processo de expansão, e a empresa dá apoio financeiro para cursos de pós-graduação e especialização. Há um plano de remuneração variável, atrelado a metas de desempenho individuais e de faturamento da empresa, que prevê o pagamento de 14º e 15º salários a todos os funcionários, do chão de fábrica à presidência.



Sandra Barioni Toma, gerente de registro de produtos, é um exemplo de como a carreira evolui na Ouro Fino. Ela in-gressou na empresa há oito anos, como estagiária, durante o último ano do curso de veterinária. Foi contratada depois como analista da área técnica, responsável por testar novos produtos. Em dois anos, foi promovida a gerente. Com o apoio da em-presa, fez um MBA de gestão de projetos. Três anos depois, foi designada para criar o departamento de registros e hoje, com uma equipe de seis pessoas, coordena os processos nos ministérios dos 30 países em que a Ouro Fino atua. Nesse tempo, Sandra viu quatro de seus estagiários serem promovidos a gerentes e um de seus analistas a diretor.

"Na Ouro Fino,não tem essa
de empresário rico

que esbanja e deixa
a empresa estrangulada"
Desempenhos excepcionais são reconhecidos com participações no capital. "Quando criamos um novo negócio, sepa-ramos 10% para distribuir às pessoas que se destacaram na sua construção", diz Norival. "É uma filosofia meio despojada. Dividimos para multiplicar." Quem é promovido a sócio continua a receber uma remuneração mensal na forma de pró-labore. Ao final de cada ano, esses executivos recebem também os dividendos equivalentes à sua participação societária. Norival diz que não se trata de um simples programa de participação nos lucros. "Cada sócio é sócio do negócio inteiro, inclusive das paredes", afirma. Este ano, a Ouro Fino foi eleita uma das 100 melhores empresas para trabalhar pela consultoria Great Place to Work. Ficou em oitavo lugar no ranking das 25 melhores para as mulheres atuarem.

A política de extensão da linha de produtos deu origem a novas unidades de negócios. Em 2003, a Ouro Fino entrou no mercado de animais domésticos e também no de agrociência, produzindo sementes forrageiras para pastagens. Em 2005, criou a divisão dedicada à genética bovina, para promover o melhoramento da raça nelore e, em setembro, a linha de hormô-nios para reprodução animal. Em 2009, a empresa passará a produzir vacinas contra aftosa e deve inaugurar uma fábrica em Uberaba (MG), para a produção de defensivos agrícolas, um mercado duas vezes maior que o de produtos veterinários. "Exis-tem três coisas que nos faltam e já estão na alça de mira: a produção de sementes de milho híbrido, de fosfato bicálcio para alimentação de rebanhos e de fertilizantes", diz Norival. "Temos planos e negociações em andamento para levar adiante cada uma delas."

Situado na base da cadeia produtiva da indústria alimentar, o setor de saúde animal fornece produtos que geram produ-tividade aos animais de corte e de leite, além de atender às exigências sanitárias de cada país. No Brasil, uma das áreas de negócios com maior potencial de faturamento é o de vacinas contra febre aftosa, que movimenta cerca de R$ 400 milhões ao ano. Produtos para o controle de parasitas também merecem destaque nesse mercado que, em 2007, faturou R$ 2,43 bilhões e que, segundo projeções do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal, deve fechar este ano com R$ 2,61 bilhões.

Na Ouro Fino, a política é investir os lucros na ampliação do negócio. "Nossa filosofia é empresa rica e dono com vida simples", diz Norival. "Aqui não tem essa de empresário rico que esbanja e deixa a empresa estrangulada." Além dos inves-timentos feitos com capital próprio, a empresa também captou recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Em meados de 2007, o BNDESPar adquiriu uma partici-pação de 20% no capital do grupo, mediante investimento de R$ 107 milhões. Parte dos recursos será investida na nova fábrica de defensivos. "Para entrar nesse mercado é preciso nascer grande", diz Jardel.

Norival e Jardel continuam sonhando alto. "Quero construir a maior empresa do agronegócio e ter a satisfação de ver que os filhos dos meus funcionários se tornaram profissionais bem-sucedidos graças ao emprego dos pais. E tomara que esses meninos queiram vir trabalhar na Ouro Fino", diz Norival, pai de um rapaz de 22 anos e de uma moça de 19. "Quero que a Ouro Fino esteja no mercado daqui a 100, 200 anos", afirma Jardel, que tem um filho de 18 anos e uma menina de 16. Experimente perguntar aos sócios da Ouro Fino qual o diferencial que eles têm em relação à nova geração e a resposta será uma volta ao passado. "Somos profundos conhecedores do homem do campo, porque viemos dele", diz Norival. "Trabalha-mos na lavoura, então sabemos bem como atender às necessidades desse usuário, adaptando produtos, processos de ven-da e assistência técnica", afirma Jardel.


Gráfico Alexandre Affonso

Rose Dutra

Assessoria de Comunicação

Ripposati identifica falhas em projeto do Executivo

Foto Divulgação

Ripposati se debruçou sobre a matéria com sua equipe para evitar que a aprovação ocorresse sem estudo minucioso

 

O vereador João Gilberto Ripposati (PSDB) e sua equipe desempenharam um trabalho importante para se evitar o retorno ao Plenário do projeto de reforma administrativa, apresentado pelo Executivo, para aprovação durante reuniões extraordinárias da Câmara Municipal. Eles estudaram minuciosamente até altas madrugadas todos os projetos e constataram diversas falhas que poderiam levar as matérias de volta à análise da CMU, devido a erros na redação. Ripposati, cumprindo o seu papel de verdadeiro legislador, descobriu, por exemplo, que o setor de trânsito, na lei, permanecia na pasta da Infraestrutura, sendo que ele teria sido transferido para a recém-criada Secretaria de Planejamento (Seplan). "Estava em duplicidade", cita.


O trabalho de percepção do vereador quanto à reforma administrativa também identificou que ao contrário da defesa feita pelo Executivo, as mudanças gerarão custo aproximado de mais de R$ 170 mil/mês. Ripposati não discorda do argumento da prefeitura de que o investimento aumentará a qualidade na prestação de serviços. Ele apenas é a favor da transparência. "Se vai gerar custos, não se tem que dizer o contrário para a população. A gente mostrou que a mudança vai gerar custo, sim", critica.


A equipe que elaborou a reforma, de acordo com Ripposati, esqueceu de revogar diversos itens da lei revogada anterior. Outra constatação de peso feita por Ripposati e sua equipe trata da exclusão na lei da seção do Parque Tecnológico da Tecnópole e da seção do Parque Tecnológico de Peirópolis, que projeta Uberaba internacionalmente. "Ninguém, além de nós, questionou isso", lamenta. No caso da tecnópole, a reforma prevê a contratação de um gerente, mas de Peirópolis não há nada citado. Ele deixou registrado, durante a reunião, o compromisso de o Legislativo discutir Peirópolis com o Executivo de forma mais abrangente.
  


A correção dos erros constatados por Ripposati fez parte da redação final do projeto, que poderia voltar à votação gerando demora na sua implementação e mais dedicação de tempo por parte dos parlamentares. "Prestamos um serviço, vimos erros, sugerimos as correções e até os representantes da prefeitura reconheceram a nossa contribuição e não considero isso um mérito. Estou apenas cumprindo o meu papel de legislador", enfatiza. O tucano destaca que a análise de projetos desta natureza exige conhecimento da técnica legislativa, das temáticas dos projetos, e que o legislador esteja atento para representar de maneira eficaz não apenas os eleitores que o escolheram, como toda a população de Uberaba.


Paralelamente, Ripposati tem sido presença certa em todas as audiências públicas aprovadas pela Câmara, como a chamada "Prioridade Absoluta", pedida pelo vereador Marcelo Machado Borges, o Borjão, em parceria com as entidades assistenciais da cidade, com o objetivo de fazer um diagnóstico da real situação das creches, asilos, unidades de atendimento a dependentes químicos, que lidam com as crianças, adolescentes, idosos e pessoas em risco social e com deficiência. Ele também participou da audiência pública pedida pelo vereador José Severino Rosa, com o tema
 "Prevenção e Saúde – Drogas Lícitas e Ilícitas". O parlamentar, adepto da consulta popular, defende a proposição lembrando da necessidade de envolvimento de todos os cidadãos na busca para combater o consumo de drogas e álcool.

Ele já confirmou presença também na audiência pedida pelo vereador Samuel Pereira, que discutirá a segurança de pedestres nas imediações da Universidade de Uberaba (Uniube), marcada para o dia 5 de maio.

 

Rose Dutra

Assessoria de Comunicação

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Professor da Uniube recebe mérito especial

Décio Bragança falou em nome dos homenageados pela Prefeitura de Uberaba (Foto Rose Dutra)

O professor de Língua Portuguesa e Ética, da Universidade de Uberaba (Uniube), Décio Bragança, recebeu nesta quarta-feira (29 de abril), durante as comemorações do Centenário da Biblioteca Pública Municipal, diploma de Honra ao Mérito pela dedicação por meio de suas atividades à melhoria da qualidade da educação na comunidade uberabense.

A solenidade contou com a presença do prefeito Anderson Adauto e da primeira-dama, Angela Mairink, bem como do vice-prefeito Paulo Mesquita e do ex-prefeito Arnaldo Rosa Prata, que autorizou a construção do prédio que abriga as instalações da biblioteca e que passou por repaginação total na atual administração. Também compuseram a mesa, entre outras autoridades, a presidente da Academia de Letras do Triângulo Mineiro (ALTM), Terezinha Hueb de Menezes.

A cerimônia começou com magistral interpretação do professor José Maria Madureira, do grupo de teatro Teamar, de poema que comoveu a plateia repleta de pessoas que muito contribuem para a manutenção da efervescência cultural em Uberaba, como o monsenhor Juvenal Arduíni, a diretora do Arquivo Público, Lélia Bruno, a mestre em Educação, Abigail Bracarense, o escritor Guido Bilharinho e muitos outros.

Estes, inclusive, integram, ao lado de Décio, a relação de 100 homenageados pela Prefeitura de Uberaba para marcar os 100 anos da biblioteca.

Décio falou em nome de todos os homenageados. Como não sabia que faria uso da palavra, não preparou discurso. O professor optou, então, por ler um poema, de sua autoria, em que o livro faz uma declaração de amor ao homem. 

Rose Dutra
Assessoria de Comunicação
Universidade de Uberaba (Uniube)

Cursos da Fazu são destaque em Feira de Profissões

Professores representam Fazu em Feira de Profissões

Coordenadores e professores da Fazu estiveram em Ituverava esta semana para participar da II Feira ANGLO de Profissões. O evento tem como objetivo apresentar informações sobre os diversos campos profissionais e reuniu alunos do ensino médio de toda a cidade. Vários profissionais de instituições de ensino técnico e superior da cidade e região foram convocados para a feira.

Da Fazu, participaram os professores Alexandre Lúcio Bizinoto, coordenador do curso de Zootecnia, Jefferson Beethoven Martins, professor do curso de Sistemas de Informação, José Roberto Delalíbera Finzer, coordenador do curso de Engenharia de Alimentos e Sérgio Luiz Hillesheim, coordenador do curso de Secretariado Executivo Bilíngue.

Eles tiveram 25 minutos para apresentar informações sobre a profissão, seu campo de atuação, tendências de mercado e seus principais desafios. E depois foram abertos debates com as perguntas dos alunos.

Monica Cussi
Assessoria de Comunicação
FAZU

Shopping Uberaba

Dia das Mães

A promoção Dia das Mães será lançada neste sábado (2 de maio) pelo Shopping Uberaba. Compras no valor igual ou superior a R$ 200 (duzentos reais) e

qualquer uma das lojas participantes, entre os dias 2 e 10 de maio de 2009, darão direito a um "Vale Day Spa", a ser usufruído no espaço montado na Praça de

Eventos do Shopping, que dará direito a dois serviços a serem escolhidos pelo cliente.

Para ter direito ao vale o cliente deverá apresentar as notas e/ou cupons fiscais

de compra gastos nas lojas do Shopping, no balcão de atendimento da promoção, localizado na área que antecede a entrada do Coney Games.