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terça-feira, 16 de junho de 2009

Encontro na Fazu marca parceria com ABCGIL

Os diretores da Fazu (Faculdades Associadas de Uberaba) se reuniram hoje com o presidente da ABCGIL (Associação Brasileira dos Criadores de Gir Leiteiro) para assinar convênio que tem como principal objetivo aplicar metodologias científicas para aumentar o conhecimento sobre o melhoramento genético da raça.


O coordenador do curso de Zootecnia, Alexandre Bizinoto, afirma que este convênio só vai fortalecer a qualificação dos profissionais que estarão preparados para trabalhar com melhoramento genético, nutrição animal, manejo do controle da qualidade, e estratégias associadas à pecuária de leite.


De acordo com o presidente da ABCGIL, Sílvio Queiroz Pinheiro, a associação foi
fundada para promover a seleção de uma raça, utilizando-se de metodologias e, por isso, tem uma parceria com a Embrapa Gado de Leite, de Juiz de Fora, onde foi possível promover o Programa Nacional de Melhoramento Genético (PNMG). Agora, a ABCGIL direcionou outra parceria com a Fazu, sendo a primeira com uma instituição de ensino. "A Fazu tem envolvimento com a comunidade rural e com a zebuinocultura. Ela tem um envolvimento aqui em Uberaba e na região toda, com especificidade de trabalhar com os formadores de opinião", diz Sílvio.


O coordenador operacional do PNMG (ABCGIL/Embrapa), André Rabelo Fernandes garante que o profissional já vai sair da faculdade com visão diferenciada do Gir Leiteiro, vai conhecer o potencial da raça. "Com certeza ele será um propagador da raça e do nosso trabalho, ele está preparado para trabalhar com o Gir Leiteiro", acrescenta.


O projeto envolve também a preocupação com a questão social, porque o trabalho será executado também com a qualificação da mão-de-obra da fazenda, com os funcionários da propriedade. Para o presidente da ABCGIL, ênfase social que está embutida é um ganho extraordinário, porque vai formar profissionais com conhecimento para atuar na atividade e, evidentemente, vai gerar melhor oportunidade de trabalho com maior qualidade de vida.


A parceria inclui cursos paralelos de extensão, cursos de manejo, de higiene e profilaxia na ordenha, entre outros. Alexandre também cita algumas atividades que podem ser desenvolvidas na prática dentro da Fazu, que são os projetos de pesquisa, dias de campo, congressos e encontros técnicos, além dos cursos de pós-graduação para que os profissionais possam atuar com a raça.


Com a iniciativa, a Fazu poderá compor um plantel de Gir Leiteiro e também captar recursos para a construção de instalações e execução de projetos de pesquisa vinculados à produção de leite com qualidade.


André Rabelo ainda informa que o Brasil ainda não tem idéia da importância dessas parcerias e do melhoramento da raça, já que outros países vem aqui buscar material genético. "Cinquenta por cento do que o Brasil vende de genética é do Gir leiteiro, o restante é das outras raças", conta.


O convênio com a ABCGIL ainda tem ações como a criação de um Protocolo de Certificação, onde será criado um selo que contemple os programas de melhoramento genético que a ABCGIL tem. A Fazu e a ABCGIL estarão também juntas no planejamento e implantação da prova classificatória para touros no Programa Nacional de Melhoramento do Gir Leiteiro (PNMGL). O coordenador do curso de Zootecnia afirma que, até o fim do ano, todos os itens do convênio estarão em andamento.

 
Monica Cussi
Assessoria de Comunicação
FAZU



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quarta-feira, 13 de maio de 2009

Fazu e ABCGIL fazem parceria para desenvolver atividades com Gir leiteiro

A Fazu (Faculdades Associadas de Uberaba) e sua mantenedora Fundagri (Fundação Educacional para o Desenvolvimento das Ciências Agrárias) firmaram convênio com a ABCGIL (Associação Brasileira dos Criadores de Gir Leiteiro) para o desenvolvimento das áreas de pesquisa, qualificação profissional e prestação de serviços. 


Segundo o coordenador do curso de Zootecnia da Fazu, Alexandre Bizinoto, o objetivo é o fortalecimento da qualificação de zootecnistas, alunos e egressos da Fazu para trabalhar nas propriedades rurais, com melhoramento genético, nutrição animal, manejo do controle da qualidade, e estratégias associadas à pecuária de leite. "
Como o curso de Zootecnia tem um vinculo forte com a zebutecnia e a ABCZ, para nos é algo interessante porque teríamos um campo de trabalho, que poderia absorver de forma mais direta o egresso desta instituição. Normalmente já preparamos o aluno com perfil para zebutecnia, e agora é só qualificar pra zebutecnia de leite", diz.  


A parceria inclui cur
sos paralelos de extensão (além do aluno da graduação, o trabalho será executado com a qualificação da mão-de-obra da fazenda, com os funcionários da propriedade), cursos de manejo, de higiene e profilaxia na ordenha, entre outros. Alexandre também cita algumas atividades que podem ser desenvolvidas na prática dentro da Fazu, que são os projetos de pesquisa, dias de campo, congressos e encontros técnicos, além dos cursos de pós-graduação para que os profissionais possam atuar com a raça.


O coordenador espera que da parceria possa se compor um plantel de
gir leiteiro e também captar recursos para a construção de instalações e execução de projetos de pesquisa vinculados à produção de leite com qualidade.


O convênio com a ABCGIL ainda tem ações como a criação de um Protocolo de Certificação, onde será criado um selo que contemple
os programas de melhoramento genético que a ABCGIL tem. "E a idéia é agregar valor ao material genético que eles comercializam. Esse selo contempla algumas grandes áreas como bem estar animal, meio ambiente, legislação sanitária, responsabilidade social e qualidade do leite", acrescenta Bizinoto.

           
A Fazu e a ABCGIL estarão também juntas no planejamento e implantação da prova classificatória para touros no Programa Nacional de Melhoramento do Gir Leiteiro (PNMGL). Alexandre conta que p
ara o criador levar o touro para o local da prova, os custos são altos e alguns dos criadores são surpreendidos porque os touros não conseguem produzir sêmen em quantidade e qualidade. "O trabalho que vamos fazer é para eliminar os touros que tenham problema de reprodução e ajudar a reduzir os custos do programa e para o criador", explica.


A parceria só é possível com o envolvimento de professores, alunos, funcionários e instituições como a ABCGIL, Brasqualit e Embrapa. O coordenador do curso de Zootecnia admite que até o fim do ano, todos os itens do convênio estarão em andamento.

 
 
Monica Cussi
Assessoria de Comunicação
FAZU