domingo, 13 de setembro de 2009

Ripposati integra GT que atua para recuperar e proteger rio Uberaba

Foto Divulgação
Ripposati e Codau fazem parte do Grupo de Trabalho que foca  rio Uberaba 

 

O vereador João Gilberto Ripposati (PSDB), presidente da Comissão Permanente de Meio Ambiente do Legislativo, faz parte do Grupo de Trabalho (GT) que tem o objetivo de recuperar parte das matas ciliares do Córrego Alegria, dentro da proposta de recuperação do rio Uberaba, atendendo convite do titular da Promotoria do Meio Ambiente, promotor Carlos Varela. Além do parlamentar, integram o GT, idealizado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/Uberaba), presidida pelo professor universitário Eduardo Azank, representantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam/PMU), Instituto Estadual de Florestas (IEF), Centro Operacional de Desenvolvimento e Saneamento de Uberaba (Codau) e Polícia Florestal.


As atividades do GT ocorrem uma vez por mês, desde maio/2009, e durante este período o grupo vem sendo fortalecido pela participação de representantes de várias outras instituições, como a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Empresa de Pesquisa Agropecuária de Ninas Gerais (Epamig), além de técnicos, especialistas, topógrafos e outros profissionais liberais que têm compromisso pessoal com a preservação da natureza.

Ripposati, além da contribuição que pode oferecer devido aos seus profundos conhecimentos na área, tem viabilizado a realização de palestras com especialistas nos temas tratados. Uma delas destacou Estudos do Solo, proferida pelo doutor João Chrisóstomo e outra, nesta semana (dia 11), sobre Água, proferida pelo doutor Renato Manzan.


Entre as atividades do GT está a elaboração do Planejamento Estratégico da Bacia do Córrego Alegria, conduzido pela engenheira ambiental Doris Lins, do Codau, conforme o diretor de Recursos Ambientais da Semam e presidente da Área de Preservação Ambiental (APA) do rio Uberaba, José Sidney da Silva. Segundo ele, o objetivo desde estudo é estabelecer a proposta do zoneamento ambiental da APA do rio Uberaba.

De acordo com o estudo, existem na APA da bacia do rio Uberaba degradações que estão gerando consequências nos campos físico, econômico e social, tanto para a fauna, a flora e a população do município. Por esse enfoque, segundo o GT, é possível organizar o quadro, se tomadas medidas racionais de proteção que levem a uma sustentabilidade e, ao mesmo tempo, à expectativa de recuperação das áreas degradadas.


Rose Dutra
Assessoria de Comunicação

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