sábado, 4 de julho de 2009

Ripposati festeja ETE e lançamento de mutirão

Ripposati fica feliz com a ETE, que vai recuperar rio, e com mutirão para melhorar as condições do bairro Alfredo Freire - Foto Hedi Lamar Marques


As duas últimas semanas foram especiais para o vereador João Gilberto Ripposati (PSDB). Ambientalista nato e presidente da Comissão Permanente do Meio Ambiente do Legislativo, o parlamentar reconhece na inauguração da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Rio Uberaba, no dia 26 de junho, um marco para o presente e o futuro de Uberaba.
Segundo dados do IBGE, mais da metade do esgoto produzido no Brasil continua não recebendo nenhuma forma de tratamento. Com isso, sofrem os rios, lagos e demais mananciais, que recebem essa carga bruta de dejetos, o que gera graves consequências para a fauna e a flora das regiões afetadas.


Em 2000, apenas 14,5 milhões de metros cúbicos de esgoto estavam sendo tratados no Brasil, o que representa apenas 35,3 por cento do esgoto produzido, segundo a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, realizada naquele ano. Para se ter uma idéia da gravidade da situação, segundo dados do Banco Mundial, somente a cidade de São Paulo lançava nos mananciais, no ano de 1998, 237.700 toneladas de dejetos. Desse total, 217.800 resultaram de esgoto residencial.


Diante desses dados, segundo o vereador, percebe-se, com mais nitidez, a histórica importância da ETE de Uberaba, que eleva o atual índice de 2% para 76% de tratamento no município.
As obras, implementadas pelo governo municipal, por meio do Centro Operacional de Desenvolvimento e Saneamento de Uberaba (Codau), com recursos do programa Pró-Saneamento, coordenado pelo Ministério das Cidades,
preveem, ainda, a construção de outra estação, projetada para tratar 22% dos esgotos coletados. Assim, Uberaba terá praticamente 100% de esgotos coletados tratados em curto prazo.


Ripposati entende que esta é uma conquista histórica para Uberaba, ressaltando que o então prefeito Marcos Montes, hoje deputado federal pelo DEM, desencadeou o projeto da ETE e a obtenção dos recursos. O tucano considera inteligente a decisão da administração Anderson Adauto de dar prosseguimento à obra. "A consciência de que a natureza deve ser preservada sempre será nosso objetivo maior. Com a ETE o rio Uberaba será recuperado e isso refletirá na melhoria da qualidade de vida da população", lembra.


Ripposati liderou primeiro mutirão de limpeza no bairro Beija Flor - Foto Divulgação


Mutirão - Outra atividade que marcou a semana de Ripposati foi o mutirão lançado pela prefeitura, com base em requerimento de sua autoria, no bairro Alfredo Freire. Parte das reivindicações dos moradores defendidas pelo parlamentar foi atendida pelas equipes de praticamente todas as secretarias municipais, envolvendo limpeza, construção de calçadas, consertos diversos nos equipamentos municipais como praças e escolas, além de sinalização de trânsito e eliminação de mato, lixo e entulhos de inúmeras áreas públicas e privadas.


"Ver a ação das equipes, cada uma na sua área, melhorando as condições do bairro, me deixou feliz e realizado por ver que um pedido nosso beneficiou tantas pessoas", confessa Ripposati, que, equipado com podão, já limpou, pessoalmente, matagais, além de tapar buracos nas vias e a reconstruir calçadas para minimizar as dificuldades de quem mora no Alfredo Freire.

Medalha - O ato de indicar o filho adotivo do médium Francisco Cândido Xavier, Eurípedes Higino dos Reis, para receber a Medalha Chico Xavier, em solenidade realizada no dia 1º, levou Ripposati a receber inúmeros cumprimentos, uma vez que o homenageado tem dado continuidade às obras espirituais e sociais do líder espírita - que desencarnou em 30 de junho de 2002, aos 92 anos de idade - e ainda não figurava na relação de agraciados com a comenda.

Para o tucano, manter viva a obra de Chico Xavier, que deixou lição de vida marcada pela simplicidade e pelo silêncio, merece ser reconhecida e, sobretudo, difundida. Argumenta que o médium Carlos Baccelli, em artigo publicado pela Revista Cristã de Espiritismo, nivela Chico Xavier
a Francisco de Assis, cuja vida – opinião quase unânime entre os cristãos – foi a que mais se aproximou da vivida por Jesus Cristo.

Rose Dutra
Assessoria de Comunicação



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